Author Archives: Eduardo Deboni

Resenha do Livro Sapiens – A história como deveria ser ensinada

Com trechos adaptados de How Humankind Conquered the World by Charles Mann, Wall Streel Journal, Feb. 6, 2015

Resumir a história da humanidade em um livro já é um grande desafio. Fazer isso com algum rigor científico é ainda maior, mas o livro Sapiens: A Brief History of Humankind de Yuval Noah Harari cumpre com grande desenvoltura esta tarefa. Nós aprendemos na escola que a história é uma sequência sem fim de nomes e datas. “Sapiens” é uma antítese deste tipo de história, com vários conceitos e esquemas interessantes e frases irônicas. O título do livro é uma lembrança que, a muito tempo atrás, o mundo era dominado por uma dúzia de espécies, das quais só a Homo Sapiens sobreviveu. No livro a trajetória da espécie é traçada pela sucessão de três revoluções: a cognitiva (quando nos tornamos espertos), a agricultural (quando moldamos a natureza a nosso favor) e a científica (quando ganhamos um poder perigoso e nos tornamos deuses). A humanidade, prediz Harari, vai ver mais um evento épico, quando nós seremos banidos nos próximos séculos. Seja porque ganhamos poderes de deuses e nos tornaremos irreconhecíveis para nós mesmos, ou porque iremos nos destruir por um desarranjo provocado no meio ambiente.

Ninguém pode ser um especialista em tudo, e não é de se surpreender que algumas conclusões podem ser questionadas ou terem erros. Mas há muito alimento para o pensamento e para a discussão, por exemplo com a afirmação que a agricultura permitiu o surgimento das sociedades de milhares e milhões de pessoas, e a dificuldade e o desconforto de uma espécie que se criou em pequenas comunidades nômades para se adaptar em grandes cidades impessoais . Pra fazer isso Harari destaca a capacidade de comunicação, que permitiu inventar mitos comuns ou ficções. Os três mais importantes sendo o dinheiro, a religião e o império, todos eles que permitiram a união das pessoas pelos tempos e lugares. Achei muito interessante e altamente polêmico o autor dar a mesma origem para a religião, o dinheiro e para os governos. Mas a clareza dos argumento e a lógica da análise é surpreendente.

O livro passa pelas revoluções agricultural e científica e tenta fazer uma previsão realista de para onde a humanidade se dirige. E a conclusão é no mínimo assustadora. Nós sempre esperamos mais e não ficamos satisfeitos com nossa condição material e com os objetos temos hoje que, provavelmente, iriam encantar nossos avós. “Nossa intolerância para a inconveniência e o desconforto” está são enraizada que “nós podemos sofrer hoje muito mais dor que nossos ancestrais jamais sofreram”. O crescimento científico e tecnológico, a diferença e desigualdade social podem impor diferenças e desejos que tornarão a vida sem eles insuportável. Já é sabido que a criminalidade está associada mais a desejos e diferenças sociais do que à fome ou sobrevivência. O que irá acontecer quando o crescimento científico e tecnológico aumentar?

Pra piorar ainda mais, a modernidade trouxe o colapso da família – “a revolução social mais momentosa que já se abateu sobre a humanidade” – e tem acabado também com o consolo da religião. Se as pessoas nos tempos medievais “acreditavam na promessa de eterna felicidade na vida após a morte” o livro sugere que, “eles podem, muito bem, terem vivido as suas vidas como muito mais significativo e valor do que as pessoas seculares modernas, que a longo prazo não podem esperar nada, além do mais completo e sem sentido esquecimento.”

Eventualmente vamos mudar tanto que o Homo sapiens deixe efetivamente de existir. Os nossos descendentes podem se tornar irreconhecíveis para nós. A única coisa que pode parar esta mudança, na opinião de Harari, é a possibilidade de uma catástrofe ambiental, que também pode acabar com nossa espécie. Você pode discordar das afirmações do livro, imaginar que há erros nas suas deduções, mas não vai ficar impassível. A leitura vale muito a pena, talvez seja o melhor livro que eu li esse ano.

Sapiens: A Brief History of HumankindSapiens: A Brief History of Humankind by Yuval Noah Harari

My rating: 5 of 5 stars

Summarize the history of mankind in a book is a big challenge. Doing this with some scientific rigor is even higher, but the book Sapiens: A Brief History of Humankind Yuval Noah Harari fulfill this task with great ease. We learned in school that the history is an endless sequence of names and dates. “Sapiens” is the antithesis of this kind of history, with several interesting concepts and schemes and ironic quotes. The book’s title is a reminder that, a long time ago, the world was dominated by a dozen species, of which only Homo sapiens survived. In the book the history of the species is drawn by the succession of three revolutions: the cognitive (when we become smarter), agricultural (when we mold nature to our advantage) and scientific (when we won a dangerous power and become gods). Humanity, Harari predicts, will see another epic event when we will be banned from the world in the next few centuries. It’s either because we won powers of gods and become unrecognizable to ourselves or because we will destroy ourselves by a breakdown caused in the environment.

No one can be an expert in everything, and it’s not surprising that some conclusions can be questioned or have errors. But there is much food for thought, for example with the statement that agriculture allowed the emergence of societies of thousands and millions of people, and the difficulty and discomfort of a species that has been created in small nomadic communities to adapt in large impersonal cities.

Harari highlights the communication skills that allowed invent common myths or fictions. The three most important being: money, religion and empires, all that allowed the union of people in different time and places. I found it very interesting and highly controversial the author give the same source for religion, money and governments. But the clarity of argument and logic is astounding.

The book goes through agricultural and scientific revolutions and attempts to make a realistic forecast of where humanity is headed. And the conclusion is frightening in the least. We always expect more, and we are not happy with our material condition and with the objects we have today that probably would delight our grandparents. “Our intolerance to the inconvenience and discomfort” is so rooted that “today we can suffer much more pain than our ancestors ever experienced.” Scientific and technological growth, difference and social inequality can impose differences and desires that make life unbearable without them. It is known that crime is more associated with more social desires and differences than hunger or the need to survival. What will happen when scientific and technological growth increase these needs?

To make matters worse, modernity brought the collapse of the family – “the social revolution more momentous than ever befell mankind” – and has also finished with the consolation of religion. If people in medieval times “believed in the promise of eternal happiness in the afterlife” the book suggests, “they may very well have lived their lives as more meaningful and value that modern secular people who long-term can not expect anything but the most complete and without forgetting sense. “

Eventually we will change so much that Homo sapiens effectively ceases to exist. Our descendants may become unrecognizable to us. The only thing that can stop this change, according to Harari, is the possibility of an environmental catastrophe, which can also end our species. You may disagree with the book’s claims, imagine that there are errors in your deductions, but will not stand idly by. Reading “Sapiens” is very worthwhile, it is perhaps the best book I read this year.



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Alarme de Gás Inflamável com Arduino


Visão do Conjunto


Vídeo de Exemplo de Operação



Detalhe da solução de Etanol usado para teste

Schema do Alarme do Gas do Arduino

Código do Arduino

// Gerenciamento do Alarme de Gas
// com escala de LED
//
int sensor = 0; // Entrada analógica do sensor de Gás
int sound = 2; // Saída digital do piezo buzz > 800
int led07 = 7; // Saida do Led Verde >500
int led08 = 8; // Saida do Led Vermelho 1 > 600
int led09 = 9; // Saida do Led Vermelho 2 > 700
int led10 = 10; // Saida do Led Vermelho 3 > 800
int led11 = 11; // Saida do Led Vermelho 4 > 900
int led12 = 12; // Saida do Led Vermelho 5 > 1000

int sensorValue;

void setup(){
//
// retirar o comentario para debugar
// Serial.begin(9600);
pinMode(sound, OUTPUT);
pinMode(led07, OUTPUT);
pinMode(led08, OUTPUT);
pinMode(led09, OUTPUT);
pinMode(led10, OUTPUT);
pinMode(led11, OUTPUT);
pinMode(led12, OUTPUT);
}

void loop(){
//
// leitura do sensor
sensorValue = analogRead(sensor);
//
// retirar o comentario para debugar
//Serial.println(sensorValue);
//
noTone(sound);
digitalWrite(led07,LOW);
digitalWrite(led08,LOW);
digitalWrite(led09,LOW);
digitalWrite(led10,LOW);
digitalWrite(led11,LOW);
digitalWrite(led12,LOW);
//
if (sensorValue>500) { digitalWrite(led07,HIGH); }
if (sensorValue>600) { digitalWrite(led08,HIGH); }
if (sensorValue>700) { digitalWrite(led09,HIGH); }
if (sensorValue>800) { digitalWrite(led10,HIGH); }
if (sensorValue>800) { tone(sound, 1000, 200); }
if (sensorValue>900) { digitalWrite(led11,HIGH); }
if (sensorValue>1000) { digitalWrite(led12,HIGH); }
delay(1000);
}

Fotografando com um SRL Digital

Fotografar com uma câmera digital SLR (aquelas que permitem trocar as lentes) pode ser um pouco intimidador. A quantidade de opções e o número de controles assusta o principiante. Muitos não sabem que uma SLR também pode ser usada como uma câmera automática, mas não é isso que se deseja com uma câmera assim. Apresento aqui uma lista de 4 passos pode ajudar a dar a segurança para obter as primeiras fotos, e aos poucos, ir se aprofundando no conhecimento da técnicas e do equipamento. Minha intensão é mostrar que este aprendizado pode ser divertido e o resultado altamente compensador.

Baixe aqui um guia rápido para fotografa digital.

Jogar ou ler? porque não fazer os dois?

Este é definitivamente um livro para quem gosta de vídeo games. A história se passa em uma Terra de 2044 com recursos naturais esgotados e empobrecida, em uma atmosfera muito parecida com a de Blade Runner, mas onde Wil Wheaton e Cory Doctorow são políticos. O protagonista, Parzival, assim como a maioria dos habitantes, passa a maioria do tempo no OASIS um sistema de realidade virtual onde as pessoas estudam, se encontram e principalmente buscam as chaves para vencer um grande game e herdar o OASIS e a fortuna do seu criador. A história se passa como a evolução de um game, e é recheado de referências da cultura pop dos anos 80 e 90 como o conjunto Rush, os filmes Blade Runner, Back to the Future, Ghostbusters, Star Trek, Star Wars, Indiana Jones, Monty Pyton, School House Rock, e muitos outros. Acabei de ler que o autor está lançando um novo livro chamado Armada, que já está na minha lista de leitura, por causa do tanto que eu gostei deste livro.

Ready Player OneReady Player One by Ernest Cline

My rating: 5 of 5 stars

This is definitely a book for anyone who loves video games. The story is set in an 2044 Earth with depleted natural resources and impoverishment. It is a very similar atmosphere to that of Blade Runner, but where Wil Wheaton and Cory Doctorow are in politics. The protagonist, Parzival, as well as most of the inhabitants, spends most of the time in OASIS a virtual reality system where people date, work, study, and are mainly seeking the keys to win a big gameprize is to inherit the OASIS and the fortune of its creator. The story goes like the evolution of a game, and is filled with pop culture references 80 and 90 as music by the Rush, and movies like the Blade Runner, Back to the Future, Ghostbusters, Star Trek, Star Wars, Indiana Jones, Monty Pyton, School House Rock, and many others. I just read that the author is releasing a new book called Armada, which is already on my reading list, because of the much I liked this book.



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Uma ótima introdução ao universo de Murakami.

O Incolor Tsukuru Tazaki e seus anos de peregrinação é mais um livro em que Murakami apoia a narrativa nos sentimentos e nas feridas do passado do seu personagem principal. Na época da escola, ele morava com a família em Nagoia e tinha quatro amigos inseparáveis. Cada um dos seus amigos trazia uma cor no sobrenome: os meninos eram Akamatsu – pinheiro vermelho, Ômi – Mar azul, e as garotas Shirane – raiz branca e Kurono – campo preto. Somente o nome de Tsukuro não trazia uma mensão de cor, mas o significado do que “faz coisas”. Ele se sentia parte do grupo até ser cortado, expulso deste círculo íntimo, o que fez se fechar em si mesmo, temeroso de buscar uma explicação. Com essa dor e o sofrimento o protagonista ganha a empatia do leitor e com ela a curiosidade para saber a razão da ferida e a vontade de acompanhá-lo na peregrinação para libertá-lo. O texto reflete o ritmo da peça musical citada com frequência no texto: Franz Lizst – Le Mal du Pays. O livro, assim como a música transmite para o seu ouvinte/leitor um texto/melodia lento, melancólico, algumas vezes desesperado, mas que também pode ter notas de esperança e até alguma alegria. Neste livro encontramos pouco da fantasia e alucinações mais presentes nos outros livros do autor, mas temos mais do mesmo tema urbano, moderno, que gira em torno das relações humanas incluindo sexo, amor e a morte. Mais um ótimo livro de Haruki Murakami para os que já são fãs do autor, ou para os que ainda vão ser. Recomendo.

GoodReads Review
Colorless Tsukuru Tazaki and His Years of PilgrimageColorless Tsukuru Tazaki and His Years of Pilgrimage by Haruki Murakami

My rating: 5 of 5 stars

A great introduction to the world of Murakami

Another book in which Murakami supports the narrative with feelings, and wounds of the past of your main character. In high school, he lived with his family in Nagoya and had four inseparable friends. Each of your friends brought a color from the surname: the boys were Akamatsu – red pine, Omi – Blue sea, and the girsr are Shirane – white root and Kurono – pitch black. Only the name of Tsukuro did not bring a color dimension, but what meaning “that do things”. He felt part of the group until be cut, kicked out of this inner circle, which made him close into himself, afraid to seek an explanation. With this pain and suffering the protagonist wins the reader’s empathy, the curiosity to know the reason of the wound, and the will to accompany him on the pilgrimage to freedom. The text reflects the pace of a frequently quoted piece of music: Franz Liszt – Le Mal du Pays. The book, as well as the music conveys to your listener/reader a text/melody in a slow melody, melancholy, sometimes desperate, but which may also have notes of hope and even some joy. In this book we find little of the fantasy and hallucinations of the author’s other books, but we have more of the same urban, modern theme, which revolves around human relationships including sex, love and death. Another great book by Haruki Murakami for those who are already fans of the author, or for those that are still to be. Highly Recommend.



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Avenida Niéviski de Nikolai Gógol

Ler esta linda edição da Avenida Nieviski de Nokolai Gógol publicada pela Cosac-Naif, me fez pensar sobre a influência da forma sobre o conteúdo. O projeto gráfico deste livro é uma atração à parte neste livro. Detalhes como uma “página de jornal russo” que embrulha a edição ou uma série de imagens da avenida na época em que se passa o conto, ajudam a contar a história, e a transportar o leitor para dentro do conto e da sua época. O texto divido em duas partes nas páginas (um de forma investida) de modo que o leitor é obrigado a ir (da primeira à última página) e voltar (da última à primeira página novamente), como que passeasse pela avenida de São Petesburgo como fazem os personagens do excelente conto de Gógol. É a Gestalt na literatura na sua totalidade. Vendo o cuidado que os editores tiveram com o livro, e como a relação do texto com a forma está tão integrada neste trabalho, se faz pensar se o fato do autor saber como o leitor vai ler o livro, altera a sua escrita. Como o autor será influenciado na sua escrita quando estiver escrevendo para leitoras que não vão ler mais um livro de papel com páginas, mas vão estar lendo em um tablete ou um leitor digital?

Organizando sua casa e sua vida

Resenha do The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing
por Marie Kondō


Talvez isso é o mais legal livro que li este ano. O autor, Marie Kondo, descreve, com a ajuda de suas experiências pessoais, uma técnica para organizar a sua casa, o seu gabinete e, por extensão, a sua própria vida. O texto é fácil e rápido de ler, como um bom método de organização deve ser. O método KonMari, como ela o chama, é baseado em uma premissa muito simples: manter em sua posse apenas aquelas coisas que lhe dão prazer, ou como ela diz: “alegria faíscas”.

No livro, ela vai de categoria para categoria como: roupas, livros, variado, etc. Individualmente avaliando cada item sob o aspecto da alegria pessoal. O que não tem esse poder deve ser descarregada, com respeito, mas descarregada: uma atitude simples, mas muito libertador.
Depois de se livrar de coisas que não lhe trazem alegria, a alegria está perto de seu e que é mais fácil manter-se organizado. Cada coisa deve ter o seu lugar, de fácil acesso e sem modelos complicados de armazenamento e organização.

Não é difícil imaginar por que as técnicas são desenvolvidas no Japão. Com restrições de espaço em Tóquio e na disciplina e organização típica japonesa estão unidos neste método para criar uma atmosfera calma, inspiração e muito pessoal ao mesmo tempo.
Tenho praticado o método me começando com as minhas coisas no meu canto da casa, com um sucesso incrível. Descartados mais de 10 sacos de lixo de itens, incluindo roupas, papéis, livros e eletrônicos. Descobri coisas que estavam perturbando e inconscientes. Estou agora com muito mais conforto e espaço, sem ter mudado nada no mobiliário. Altamente recomendado livro e método.


vídeo da Marie Kondo apresentando o método e o livro.

The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and OrganizingThe Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing by Marie Kondō

My rating: 5 of 5 stars

Perhaps this is the coolest book I read this year. The author, Marie Kondo, describes, with the help of his personal experiences, a technique to organize your home, your cabinet and, by extension, your own life. The text is easy and quick to read, as a good method of organization must be. The KonMari method, as she calls it, is based on a very simple premise: keep in your possession only those things that give you pleasure, or how she says: “sparks joy”.

In the book she goes from category to category like: clothes, books, miscellaneous, etc. Individually evaluating each item from the aspect of personal joy. What has not this power should be discharged , with respect, but discharged: a simple but very liberating attitude. Once you get rid of things that do not bring you joy, joy is close to your and it is easier to stay organized. Every thing must have its place, easily accessible and without complicated models of storage and organization. It is not hard to imagine why the techniques are developed in Japan. With space constraints in Tokyo and the discipline and typical Japanese organization are joined in this method to create a calm atmosphere, inspiring and very personal at the same time.

I have practiced the method myself starting with my stuff in my corner of the house, with an incredible success. Discarded more than 10 garbage bags of items including clothing, papers, books, and electronic. I discovered things that were disturbing and unaware. I’m now with much more comfort and space without having changed anything on the furniture. Highly recommended book and method.



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Wallpaper e Calendário para 2015

Mais um ano novo se aproxima e, pelo 7o ano consecutivo, selecionei 12 fotos que tirei em 2014 para criar fundos de tela para o seu computador. Com a ajuda dos fd’s Flickr Toys criei uma versão especial com um calendário para cada mês do ano. Faça AQUI O DOWNLOAD das fotos e divirta-se.
Um ótimo 2015 para todos!
Eduardo Deboni

(en)The New year is coming, so I did it again. For the 7th consecutive year I have selected 12 photos that I took in 2014 to create desktop backgroungs for your computer. With the help of fd’s Flickr Toys they were transformed in a calendar version. Do the DOWNLOAD HERE of the wallpapers and enjoy.
A happy new year for everyone!
Eduardo Deboni

(es) Un nuevo año se acerca, y de nuevo, yo he seleccionado 12 fotos que tomé en 2014 y que lo creo serían buenos fondos de su computadora. Con la ayuda de fd’s Flickr Toys he creado una versión especial con un calendario para los meses de 2015. Haga LA CARGA AQUI de las fotos y disfrute.
Un feliz año nuevo!
Eduardo Deboni

(fr) La nouvelle année est à venir et pour la 7ème année consécutive, j’ai choisi 12 photos que j’ai prises en 2014 pour créer backgroungs bureau de votre ordinateur. Avec l’aide de Flickr Toys fd ils ont été transformés en une version civile. Faites le TELECHARGER ICI des fonds d’écran et en profiter.
Une bonne et heureuse année à tous!
Eduardo Deboni

Calendário de 2014
Calendário de 2013
Calendário de 2012
Calendário de 2011
Calendário de 2010
Calendário de 2009

Caneta Parker 51 um item de coleção

A Parker “51” é considerada por muitos colecionadores a melhor caneta que jamais foi feita. Desenvolvida em 1939, e apresentada ao mercado em 1941, foi posteriormente imitada por muitos e se tornou uma marca icônica entre as canetas tinteiro do mundo inteiro. Seu lançamento comemora os 51 anos da empresa. O design se encontrava 10 anos à frente do seu tempo. O uso de uma pena de ouro encapsulada no corpo evitava vazamentos, e o seu corpo era criado com um plastico inovador chamado de Lucite, durável e estável. Ela teve algumas poucas mudanças no sistema de enchimento, mas seu design se manteve quase inalterado até o final da produção.

A Parker “51” como um item de coleção

Há não muito tempo atrás a Parker “51” não era considerada um item de coleção, nem era considerada uma caneta “vintage”. Isto se deve ao fato de que milhões de canetas foram fabricadas, e ainda hoje elas são facilmente encontradas a preços acessíveis. Partes de “51” são fáceis de achar, o que facilita o reparo e aumenta a disponibilidade. Isso começou a mudar a poucos anos, com uma redescoberta da Parker “51” por pessoas nostálgicas da sua juventude, ou de lembranças de seus pais e avós escrevendo com elas. Existe uma enorme variedade de Parker “51” para serem colecionadas e, rapidamente, é possível montar uma coleção representativa. Muitas canetas estão em ótimo estado de conservação, algumas até nunca foram usadas e estão operacionais até hoje. Eu mesmo usei uma Parker “51” como minha caneta do dia a dia por vários anos.

Muitos colecionadores preferem canetas impecáveis, em um estado perfeito de conservação. Pessoalmente não me importo de um pequeno arranhão ou marca de uso. Para mim são como as rugas e cicatrizes no rosto de alguém, elas podem até impor respeito e fazer parte da sua história, e não necessariamente um demérito. Coleciona-se também as caixas originais, o selo do preço, o display da loja e até o recibo da venda.

Algumas Parker “51” mais antigas possuem “joias” no final do corpo, e no clip. As chamadas de “Joias Duplas” (double jewes) que são mais raras das que tem um final do corpo arredondado e um clip mais simples. As “joias” são, na verdade, pontos de plastico transparente no formato de losangos ou pirâmides.

O método de enchimento também é um sinal da evolução desta caneta tinteiro. A Parker “51” não possui os métodos mais antigos como o da alavanca. As primeiras usavam um sistema chamado Aerométrico com uma pequena bombinha no final do corpo. Este sistema foi substituído, posteriormente, por um método chamado Vacumatic, que usa uma reservatório de borracha. As canetas aerométricas são mais raras e muitos podem estar operando de modo confiável até hoje.


Esquema da estrutura interna da Parker ’51’ Acrométrica.

Um ponto muito importante para quem gosta de caneta tinteiro, sem se importar com a coleção, é o fato de que a Parker “51” é uma das canetas mais gostosas de escrever que existem. Mesmo canetas modernas não conseguem reproduzir o traço suave e o fluxo constante de tinta que a Parker “51” possui. É uma caneta pequena, quando comparadas com outras canetas tinteiro mais robustas como a Mont Blanc, por exemplo, e por isso extremamente portátil e prática.

Código de Datas da Parker

Desde cerca de 1934 até 1950, as canetas Parker (e algumas lapiseiras também) foram marcadas no corpo para indicar a data da sua produção. Inicialmente, o código consistia de dois dígitos: o primeiro indicava o trimestre e o segundo o ano. No final dos anos 30, o código mudou para a forma de um único dígito representando o ano e até 3 pontos para representar o trimestre. Com 3 pontos indicando o primeiro trimestre, e a cada trimestre um ponto era retirado, assim, no último trimestre, não restava nenhum ponto.

Em 1950 a data voltou a ter dois dígitos com “50” representando 1950, “51” para 1951 e assim por diante. O sistema que começou em 34 parou de ser usado depois de 55. As canetas Vacumatics que foram produzidas em 1950, levavam um código de um dígito com uma fonte maior do as produzidas nos Estados Unidos. Um código similar de datas pode ser encontrado nas canetas Parker feitas no Canadá na mesma época.

Várias anormalidades podem ser encontradas nos sistemas de codificação de datas. A Parker voltou a ter códigos de data na sua produção nos anos 70. Estes códigos usavam um das 10 letras da palavra “QUALITYPEN” para representar um digito do anos de 0 a 9., seguida das letras E, C, L ou I para indicar o trimestre. Assim QC indicava uma caneta fabricada no segundo trimestre de 1980. Um outro método, usado a partir de 1987 para designar o trimestre foi o de usar três barras verticais para o primeiro trimestre, dois para o segundo, um para o terceiro e nenhuma para o quarto.

Nota-se que várias Parker “51” de 1946-47 levam um prefixo “T”. Há vários exemplos que vão do segundo trimestre de 1946 ao 2o trimestre de 1947. O mais famoso e comum é o T6. Uma explicação para o T seria o de indicar que a caneta foi produzida na fábrica da Parker de Toronto. Isso deve ser um erro com certeza porque as canetas tem uma marca que indica que elas foram “MADE IN U.S.A.”. O “T” pode ser encontrado em canetas “51” dos Estados Unidos. Havia, naquela época, uma grande demanda por canetas devido ao pós-guerra. Ou seja, até hoje não se sabe o que o “T” significava.

A Parker 51 moderna

Quem quiser comprar hoje uma caneta que reproduz quase todas as características da Parker “51” pode adquirir uma HERO 616, de fabricação chinesa com as mesmas características e dimensões das Parker “51” do final da produção, por um preço muito acessível. Quem preferir pode investir um pouco mais e comprar uma Parker 51 original em lojas especializadas ou de outros colecionadores, e se tornar mais um apaixonado por essa fantástica caneta.

Links para comprar canetas

  • NYCPens
  • StarFountainPen
  • Ravil – Tintas e Canetas
  • Links

  • Parker51
  • Vintage Pens
  • Parker Pens
  • Pentrace
  • Pesquisa: Gerenciando Referências Bibliográficas

    Uma das etapas mais importantes de uma pesquisa é a chamada revisão bibligráfica, onde se procura estabelecer o estado da arte do tema que se está pesquisando. O que se deseja saber é o que já foi publicado sobre o tema, o que já se concluiu, e quais as alternativas e os problemas atuais. Se uma bibliografia forte não ha pesquisa.

    Obter, ler e organizar as referências bibliográficas pode ser uma tarefa trabalhosa, assim aqui vão algumas dicas:

    Programas para Gerenciar as Referencias
    Para isso tenho recomendado aos meus orientandos o uso de um programa para gerenciar as referências. Existem vários e vale a pena dar uma pesquisada na web para saber o que melhor se encaixa com o seu perfil. Eu já usei o Jabref e agora estou usando o Zotero.

    O Zotero permite ler os metadados das referências no formato BibTex, associar um pdf e comentários (resumo) às referencias. O programa permite gerar as lista de referências em diversos formatos para publicação. Existe inclusive o formato da ABNT pré-programado. (https://www.zotero.org/styles?q=ABNT)

    Por Exemplo:

    HARTMAN, P. et al. Method and system for placing a purchase order via a communications network, 28 set. 1999. Disponível em:

    HOGUE, C. W. V. Structure databases. In: BAXEVANIS, A. D.; OUELLETTE, B. F. F. (Eds.).Bioinformatics. Life Sciences Series. 2. ed. New York, NY: Wiley-Interscience, 2001. p. 83–109.

    KÖTTER, P.; CIRIACY, M. Xylose fermentation by Saccharomyces cerevisiae. Applied Microbiology and Biotechnology, v. 38, n. 6, p. 776–783, 1 mar. 1993.

    PEAR, R. Crisis puts tax moves into play. The New York Times, 2 out. 2008.

    SAMBROOK, J.; RUSSELL, D. W. Molecular cloning: a laboratory manual. 3. ed. Cold Spring Harbor, NY: CSHL Press, 2001.

    Uma Rede Social para Pesquisadores

    A Research Gate é Rede Social exclusiva para pesquisadores. Para se vincular é preciso ter vínculo com institutos de pesquisa. Foi criada para incentivar pesquisas colaborativas entre pesquisadores de diferentes partes do mundo. É um bom para criar uma rede de pesquisa e trocar publicações. Vale a pena se filiar se você pretende entrar à sério nesta área.

    Busca por Referências
    Aqui estão alguns links úteis para buscar por essas referências. Veja que elas estão um pouco mais orientadas para Engenharia de Software e que em outras áreas a lista vai ser bem diferente.

    Biblioteca Digital do IEEE
    quase todos pagos (provavelmente na POLI você vai conseguir acessar os artigos de graça)

    Google Scholar – bom para conferir se as referências estão completas, e obter os demais detalhes como Vol, No, Paginas, etc. Um link do artigo mostra a referência no padrão BibTex que pode ser copiado no software que gerencia as referências.

    Directory of Open Access Journals (europeu) – muito bom – vários periódicos de acesso gratuito de diversas nações .

    Diretório Brasileiro de Revistas – Scielo – as revistas financiadas pelo CNPq são listadas aqui.

    Colombia – Publindex – especializado em TI

    Plataforma Open Access de Revistas Científicas Eletronicas Españolas y Latinoamericanas

    Red de Revistas Científicas de América Latina y el Caribe, España y Portugal. Universidad Autónoma del Estado de México

    Latindex – Sistema Regional de Información en Linea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe España y Portugal.

    EBSCOhost databases and discovery technologies are the most-used, premium online information resources for tens of thousands of institutions worldwide, representing millions of end-users

    ERCIM – On line edition (editora digital)

    Biblioteca de Domínio Público – pouca coisa atualizada na área técnica, mas se você gosta de ler…

    Boa Pesquisa!