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Aniquilação: a minha interpretação sobre o filme

*** SPOILERS AHEAD ***

O filme aniquilação é um daqueles que deixam um final aberto e muitas dúvidas. Pra mim a maior dúvida é o próprio título: quem foi aniquilado neste filme? O filme começa com a queda do que parece um cometa caindo na Terra, e atingindo um farol da Florida. Esse é e na criação de um brilho (shimmer) em torno deste local onde coisas estranhas acontecem.

Minha primeira opinião é que esse inicio se refere à teoria que a vida na Terra possa ter começado fora da terra, uma teoria chamada de panspermia. No filme uma NOVA forma de vida chega novamente à Terra

Outra opinião é que essa nova vida não possui a falha das células que é citada logo no inicio do filme e que leva à morte, ou seja essa é uma forma de vida imortal. E ao cair na Terra começa a se misturar com as outras formas existentes gerando Mutantes. As mutações geram as formas estranhas que aparecem no filme, alterando os animais e as plantas, misturando os DNAs e criando novas mutações. Como um caldeirão de experimentos e seres absurdos.

Como toda forma de vida o seu objetivo é se reproduzir e se perpetuar. Para se perpetuar precisaram criar um primeiro casal (um novo Adão e Eva). Interessante como o interior do Shimmer parece um paraíso. Quando conseguem um casal com a afinidade de se perpetuarem o objetivo do Shimmer (um casulo) terminou e ele se auto-destrói.

No final do filme temos a revelação que o casal está formado pelo clone do soldado e com a mutação da protagonista e a revelação no final, pelo brilho no olho que a nova forma de vida está ativa nos casal e que eles estariam prontos para aniquilar a nossa existência com uma mutação completa da raça humana.

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Tutorial de D3.js – Data-Driven Documents

TODAS-373

O D3.js é uma biblioteca de código em JavaScript que permite criar gráficos bem interessantes na web. O livro abaixo é uma introdução ao assunto que serve como um tutotial. Fiz todos os exemplos e os publiquei a seguir. Os códigos e dados vão estar disponíveis no GitHub oportunamente.

Getting Started with D3Getting Started with D3 by Mike Dewar
My rating: 5 of 5 stars

The book is a great tutorial with practical examples of D3 applications. The examples are based on data from the New York Metropolitan Transit Authority Data Set. The data is still available but you still can find them in github (I will leave my exercises there too). There are minor typos in the code, but it´s easy to spot them and learn D3.

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Exercícios do livro:

Exemplo 1 – Textos e Seleção
Exemplo 2 – Histograma
Exemplo 3a – Grafico de Pontos com escalas e SVG
Exemplo 3b – Gráfico de Linha comEsclada e SVG
Exemplo 4 – Interação com Gráfico
Exemplo 5 – Layout (uso da força no D3)

Ref. Dewar, M., 2012. Getting Started with D3. O’Reilly Media, Inc

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10 Bons filmes que assisti em 2014/2015

10 bons filmes que eu assisti nos últimos meses, em nenhuma ordem em particular. Ficção científica, alguns documentários e muita diversão.


Jodorowsky´s Dune (2013)
Um documentário sobre o melhor filme que nunca foi realizado. Isso mesmo, um filme fantástico, mas que nunca saiu do papel, um filme de ficção científica baseado no livro Duna, que nunca foi produzido mas que pode influenciar a indústria e definir padrões de filmes de ficção científica até hoje. Veja as ideias geniais do diretor e tudo o que aconteceu. Interessante até pra imaginar como seria o mundo do cinema se esse filme tivesse sido feito.


Tim´s Vermeer (2014)
Vermeer é um gênio da pintura barroca holandesa. Especializado em pinturas de interiores suas imagens e cores tem uma assinatura que até um leigo (como eu) sabe que se trata de um Verneer. Um rico empresário americano tenta desvendar como Vermer conseguia produzir as cores e imagens tão precisas, e que talvez ele seria, na verdade, um gee, mais um técnico do que só um grande artista. Você concorda com ele?


Ex-Machina (2015)
Se você é da área de computação deve conhecer o teste de Turing onde um usuário deve descobrir, por interações com um sistema, se ele está conversando com um computador ou um ser humano. Se ele não souber diferenciar o programa tem a chamada “inteligência artificial”. Imagine levar este teste às últimas consequências, veja o filme e descubra o que pode acontecer.


Chappie (2015)
O que acontece se você colocar um robô no meio de uma gangue? O visual deste filme é bem interessante também. Você pode não acreditar que o casal do filme não estava atuando, eles são assim mesmo!


Focus (2015)
Não tente adivinhar o que vai acontecer neste filme. Você não vai acertar. Surpresas, apostas, perdedores e o espectador é o grande vencedor.


Wild Tales (2014)
Um dos melhores filmes que eu vi há tempos. Históricas conectadas por um sentimento: ódio. E o pior é argentino (shit!)


Begin Again (2014)
Quem não gosta de uma comédia romântica que mistura música e uma garota sonhadora? A cena dos instrumentos tocando sozinhos e montando um arranjo é genial.


Lucy (2014)
Scarlett Johansson, computação, ficção científica, inteligência artificial. precisa dizer mais?


The Grand Budapest Hotel (2014)
Mais um filme genial do diretor Wes Anderson, inspirado no texto de Stefan Zweig, sobre as histórias curiosas em um hotel fantático.

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Organizando sua casa e sua vida

Resenha do The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing
por Marie Kondō


Talvez isso é o mais legal livro que li este ano. O autor, Marie Kondo, descreve, com a ajuda de suas experiências pessoais, uma técnica para organizar a sua casa, o seu gabinete e, por extensão, a sua própria vida. O texto é fácil e rápido de ler, como um bom método de organização deve ser. O método KonMari, como ela o chama, é baseado em uma premissa muito simples: manter em sua posse apenas aquelas coisas que lhe dão prazer, ou como ela diz: “alegria faíscas”.

No livro, ela vai de categoria para categoria como: roupas, livros, variado, etc. Individualmente avaliando cada item sob o aspecto da alegria pessoal. O que não tem esse poder deve ser descarregada, com respeito, mas descarregada: uma atitude simples, mas muito libertador.
Depois de se livrar de coisas que não lhe trazem alegria, a alegria está perto de seu e que é mais fácil manter-se organizado. Cada coisa deve ter o seu lugar, de fácil acesso e sem modelos complicados de armazenamento e organização.

Não é difícil imaginar por que as técnicas são desenvolvidas no Japão. Com restrições de espaço em Tóquio e na disciplina e organização típica japonesa estão unidos neste método para criar uma atmosfera calma, inspiração e muito pessoal ao mesmo tempo.
Tenho praticado o método me começando com as minhas coisas no meu canto da casa, com um sucesso incrível. Descartados mais de 10 sacos de lixo de itens, incluindo roupas, papéis, livros e eletrônicos. Descobri coisas que estavam perturbando e inconscientes. Estou agora com muito mais conforto e espaço, sem ter mudado nada no mobiliário. Altamente recomendado livro e método.


vídeo da Marie Kondo apresentando o método e o livro.

The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and OrganizingThe Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing by Marie Kondō
My rating: 5 of 5 stars

Perhaps this is the coolest book I read this year. The author, Marie Kondo, describes, with the help of his personal experiences, a technique to organize your home, your cabinet and, by extension, your own life. The text is easy and quick to read, as a good method of organization must be. The KonMari method, as she calls it, is based on a very simple premise: keep in your possession only those things that give you pleasure, or how she says: “sparks joy”.

In the book she goes from category to category like: clothes, books, miscellaneous, etc. Individually evaluating each item from the aspect of personal joy. What has not this power should be discharged , with respect, but discharged: a simple but very liberating attitude. Once you get rid of things that do not bring you joy, joy is close to your and it is easier to stay organized. Every thing must have its place, easily accessible and without complicated models of storage and organization. It is not hard to imagine why the techniques are developed in Japan. With space constraints in Tokyo and the discipline and typical Japanese organization are joined in this method to create a calm atmosphere, inspiring and very personal at the same time.

I have practiced the method myself starting with my stuff in my corner of the house, with an incredible success. Discarded more than 10 garbage bags of items including clothing, papers, books, and electronic. I discovered things that were disturbing and unaware. I’m now with much more comfort and space without having changed anything on the furniture. Highly recommended book and method.

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Caneta Parker 51 um item de coleção

A Parker “51” é considerada por muitos colecionadores a melhor caneta que jamais foi feita. Desenvolvida em 1939, e apresentada ao mercado em 1941, foi posteriormente imitada por muitos e se tornou uma marca icônica entre as canetas tinteiro do mundo inteiro. Seu lançamento comemora os 51 anos da empresa. O design se encontrava 10 anos à frente do seu tempo. O uso de uma pena de ouro encapsulada no corpo evitava vazamentos, e o seu corpo era criado com um plastico inovador chamado de Lucite, durável e estável. Ela teve algumas poucas mudanças no sistema de enchimento, mas seu design se manteve quase inalterado até o final da produção.

A Parker “51” como um item de coleção

Há não muito tempo atrás a Parker “51” não era considerada um item de coleção, nem era considerada uma caneta “vintage”. Isto se deve ao fato de que milhões de canetas foram fabricadas, e ainda hoje elas são facilmente encontradas a preços acessíveis. Partes de “51” são fáceis de achar, o que facilita o reparo e aumenta a disponibilidade. Isso começou a mudar a poucos anos, com uma redescoberta da Parker “51” por pessoas nostálgicas da sua juventude, ou de lembranças de seus pais e avós escrevendo com elas. Existe uma enorme variedade de Parker “51” para serem colecionadas e, rapidamente, é possível montar uma coleção representativa. Muitas canetas estão em ótimo estado de conservação, algumas até nunca foram usadas e estão operacionais até hoje. Eu mesmo usei uma Parker “51” como minha caneta do dia a dia por vários anos.

Muitos colecionadores preferem canetas impecáveis, em um estado perfeito de conservação. Pessoalmente não me importo de um pequeno arranhão ou marca de uso. Para mim são como as rugas e cicatrizes no rosto de alguém, elas podem até impor respeito e fazer parte da sua história, e não necessariamente um demérito. Coleciona-se também as caixas originais, o selo do preço, o display da loja e até o recibo da venda.

Algumas Parker “51” mais antigas possuem “joias” no final do corpo, e no clip. As chamadas de “Joias Duplas” (double jewes) que são mais raras das que tem um final do corpo arredondado e um clip mais simples. As “joias” são, na verdade, pontos de plastico transparente no formato de losangos ou pirâmides.

O método de enchimento também é um sinal da evolução desta caneta tinteiro. A Parker “51” não possui os métodos mais antigos como o da alavanca. As primeiras usavam um sistema chamado Aerométrico com uma pequena bombinha no final do corpo. Este sistema foi substituído, posteriormente, por um método chamado Vacumatic, que usa uma reservatório de borracha. As canetas aerométricas são mais raras e muitos podem estar operando de modo confiável até hoje.


Esquema da estrutura interna da Parker ’51’ Acrométrica.

Um ponto muito importante para quem gosta de caneta tinteiro, sem se importar com a coleção, é o fato de que a Parker “51” é uma das canetas mais gostosas de escrever que existem. Mesmo canetas modernas não conseguem reproduzir o traço suave e o fluxo constante de tinta que a Parker “51” possui. É uma caneta pequena, quando comparadas com outras canetas tinteiro mais robustas como a Mont Blanc, por exemplo, e por isso extremamente portátil e prática.

Código de Datas da Parker

Desde cerca de 1934 até 1950, as canetas Parker (e algumas lapiseiras também) foram marcadas no corpo para indicar a data da sua produção. Inicialmente, o código consistia de dois dígitos: o primeiro indicava o trimestre e o segundo o ano. No final dos anos 30, o código mudou para a forma de um único dígito representando o ano e até 3 pontos para representar o trimestre. Com 3 pontos indicando o primeiro trimestre, e a cada trimestre um ponto era retirado, assim, no último trimestre, não restava nenhum ponto.

Em 1950 a data voltou a ter dois dígitos com “50” representando 1950, “51” para 1951 e assim por diante. O sistema que começou em 34 parou de ser usado depois de 55. As canetas Vacumatics que foram produzidas em 1950, levavam um código de um dígito com uma fonte maior do as produzidas nos Estados Unidos. Um código similar de datas pode ser encontrado nas canetas Parker feitas no Canadá na mesma época.

Várias anormalidades podem ser encontradas nos sistemas de codificação de datas. A Parker voltou a ter códigos de data na sua produção nos anos 70. Estes códigos usavam um das 10 letras da palavra “QUALITYPEN” para representar um digito do anos de 0 a 9., seguida das letras E, C, L ou I para indicar o trimestre. Assim QC indicava uma caneta fabricada no segundo trimestre de 1980. Um outro método, usado a partir de 1987 para designar o trimestre foi o de usar três barras verticais para o primeiro trimestre, dois para o segundo, um para o terceiro e nenhuma para o quarto.

Nota-se que várias Parker “51” de 1946-47 levam um prefixo “T”. Há vários exemplos que vão do segundo trimestre de 1946 ao 2o trimestre de 1947. O mais famoso e comum é o T6. Uma explicação para o T seria o de indicar que a caneta foi produzida na fábrica da Parker de Toronto. Isso deve ser um erro com certeza porque as canetas tem uma marca que indica que elas foram “MADE IN U.S.A.”. O “T” pode ser encontrado em canetas “51” dos Estados Unidos. Havia, naquela época, uma grande demanda por canetas devido ao pós-guerra. Ou seja, até hoje não se sabe o que o “T” significava.

A Parker 51 moderna

Quem quiser comprar hoje uma caneta que reproduz quase todas as características da Parker “51” pode adquirir uma HERO 616, de fabricação chinesa com as mesmas características e dimensões das Parker “51” do final da produção, por um preço muito acessível. Quem preferir pode investir um pouco mais e comprar uma Parker 51 original em lojas especializadas ou de outros colecionadores, e se tornar mais um apaixonado por essa fantástica caneta.

Links para comprar canetas

  • NYCPens
  • StarFountainPen
  • Ravil – Tintas e Canetas
  • Links

  • Parker51
  • Vintage Pens
  • Parker Pens
  • Pentrace
  • Cultura Geek Links Resenhas

    4 x When I Heard the Learn’d Astronomer


    Organizei aqui quatro formas diferentes deste famoso poema de Walt Whitman:
    1. O poema original em inglês,
    2. Um vídeo com a declamação do poema
    3. Minha versão em português
    4. Uma versão em quadrinhos

    .
    1. When I Heard the Learn’d Astronomer
    .
    BY WALT WHITMAN
    When I heard the learn’d astronomer,
    When the proofs, the figures, were ranged in columns before me,
    When I was shown the charts and diagrams, to add, divide, and measure them,
    When I sitting heard the astronomer where he lectured with much applause in the lecture-room,
    How soon unaccountable I became tired and sick,
    Till rising and gliding out I wander’d off by myself,
    In the mystical moist night-air, and from time to time,
    Look’d up in perfect silence at the stars.

    .
    2. Um vídeo com a declamação do poema
    .

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    3. Minha versão em português
    .
    Quando Ouvi o Astrônomo Erudito
    POR WALT WHITMAN

    Quando ouvi o astrônomo erudito,
    Quando as provas, os números, foram organizados em colunas na minha frente,
    Quando me mostraram os gráficos e diagramas, para somá-los, dividí-los e medi-los,
    Quando eu sentado ouvi o astrônomo onde ensinou com muitos aplausos na sala de aula,
    Quando logo, sem saber, fiquei cansado e doente,
    Até levantar e sair, vagando comigo mesmo,
    No ar místico e úmido da noite e, de tempos em tempos,
    Olhava para as estrelas em perfeito silêncio.
    .
    4. Versão em quadrinhos publicada no io9.com
    .

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    American Gods: no good.

    Esse é meu primeiro livro do Neil Gaiman. Já havia lido algumas histórias da ótima graphic novel “The Sandman” e os 4 volumes em 1991 de outra graphic novel “Book of Magic” que eu gostei bastante. Este livro recebeu muitos comentários elogiosos, e possui uma boa nota no Goodreads e na Amazon. Descobri que o livro tem vários elementos de uma história que eu iria gostar: um pouco de mitologia, um personagem principal forte, uma América decadente como cenário de fundo, um argumento interessante de uma suposta batalha entre deuses modernos (media, computadores e dinheiro) e deuses antigos, alguma fantasia e, aparentemente, um bom autor. Pelo menos era o que eu pensava.

    Li/ouvi a versão revisada comemorativa de 10 anos, onde o autor, no início, comenta sobre a origem da obra e da sua viagem pelos Estados Unidos enquanto escrevia o romance. NO entanto, o livro não conseguiu me conquistar em nenhum momento, e não me digam que eu não tentei. Fui até o fim. Ok, pulei algumas partes, mas confesso que não senti nenhuma falta. O texto parece maior que a história, diálogos herméticos junto com passagens sem sentido.

    Shadow, o personagem principal é até bastante interessante e parece no livro tão perdido quanto o leitor, talvez isso tenha me feito simpatizar com ele. Mas aos poucos ele se comporta como quem passou a entender o que está se passando no livro, mas não contou para nós os leitores. Achei a escolha dos deuses estranha. Um deus índio eu entendo mas Odin? um Minotauro? Um deus egípcio? Deuses nórdicos na América? Parece mais uma salada russa. Ah! O livro tem ciganos russos também. Os deuses modernos não são muito bem construídos, nem explicados e parecem mimados e sem nenhum carisma. O clímax da guerra fria, que é construído ao logo de quase todo o livro acaba no final sem uma solução razoável o que me frustrou ainda mais.

    Infelizmente, o autor pegou um ótima ideia mas não soube desenvolvê-la. Conseguiu transformar tudo em um livro longo e chato. Eu realmente não gostei e não vou recomendá-lo a ninguém. Este foi meu primeiro livro de Neil Gaiman e pode muito bem ser o último. (avaliação 2/5 no GoodReads)

    American Gods (American Gods, #1)American Gods by Neil Gaiman
    My rating: 2 of 5 stars

    This is my first book by Neil Gaiman. I found that the book has many elements of a story that I would like: a bit of mythology, a strong main character, a decadent America as a background, an interesting argument of an alleged battle between modern gods (media, computers and money) and ancient gods, some fantasy, and apparently a good author. At least that’s what I thought.

    However, the book failed to win me over in no time, and don´t tell me that I haven´t tried. I read it to the end. Ok, jumped some parts, but I confess I did not feel any lack of them.

    Shadow, the main character is actually quite interesting and appears in the book as lost as the reader, perhaps this is what made ​​me sympathize with him. But gradually he behaves like someone who started to understand what is going on in the book, but he did not bother to tell us, the readers. I thought a strange choice of gods. An Indian god is ok, but Odin? a Minotaur? An Egyptian god? The book also has Russian Gypsies. The modern gods are not very well built, nor explained and seem like spoiled people with no charisma. The climax of the Cold War, which is built up almost the whole book, ends without a reasonable explanation which frustrated me even more.
    Unfortunately, the author took a great idea but could not develop it to my satisfaction. Managed to turn everything into a long and boring book. I really did not liked it and I could not recommend it to anyone. This was my first book by Neil Gaiman and may well be the last.

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    Cultura Geek Metodologia Pesquisa

    A importância do Doutorado

    Ditado popular: Rapadura é doce, mas não é mole.

    NO ENSINO FUNDAMENTAL
    Açúcar mascavo em tijolinhos tem o sabor adocicado, mas não é macio ou flexível.

    NO ENSINO MÉDIO
    Açúcar não refinado, sob a forma de pequenos blocos, tem o sabor agradável do mel, porém não muda de forma quando pressionado.

    NA GRADUAÇÃO
    O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando-se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas; todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão.

    NO MESTRADO
    A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando-se sob a forma de pequenos sólidos tronco-piramidais de base retangular, impressiona agradavelmente o paladar, lembrando a sensação provocada pela mesma sacarose produzida pelas abelhas em um peculiar líquido espesso e nutritivo. Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em conseqüência da aplicação de compressões equivalentes e opo stas.

    NO DOUTORADO
    O dissacarídeo de fórmula C12H22O11, obtido através da fervura e da evaporação de H2O do líquido resultante da prensagem do caule da gramínea Saccharus officinarum, (Linneu, 1758) isento de qualquer outro tipo de processamento suplementar que elimine suas impurezas, quando apresentado sob a forma geométrica de sólidos de reduzidas dimensões e restas retilíneas, configurando pirâmides truncadas de base oblonga e pequena altura, uma vez submetido a um toque no órgão do paladar de quem se disponha a um teste organoléptico, impressiona favoravelmente as papilas gustativas, sugerindo impressão sensorial equivalente provocada pelo mesmo dissacarídeo em estado bruto, que ocorre no líquido nutritivo da alta viscosidade, produzindo nos órgãos especiais existentes na Apis mell ifera.(Linneu, 1758) No entanto, é possível comprovar experimentalmente que esse dissacarídeo, no estado físico-químico descrito e apresentado sob aquela forma geométrica, apresenta considerável resistência a modificar apreciavelmente suas dimensões quando submetido a tensões mecânicas de compressão ao longo do seu eixo em consequência da pequena capacidade de deformação que lhe é peculiar.

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    Arduino Projeto #1 – Semáforo

    ARDUINO é uma plataforma de prototipação eletrônica de código aberto (Open-source) de fácil uso e bem barata. Um kit básico com a placa UNO custa R$ 180,00. Seu objetivo é criar objetos interativos com uso de sensores e atuadores. Ele possui um placa microprocessada que pode ser programada em um ambiente e linguagem de programação própria (semelhante ao C).

    Diversos kits de desenvolvimento e livros especializados facilitam a vida do iniciante. A plataforma está em constante evolução e possui versões para internet, automação doméstica, GPS, robots entre outras.

    Com um ARDUINO UNO, a placa mais simples e um KIT de INICIANTE fiz o primeiro projeto: Um controle de semáforo bem simples.

    Aqui está um vídeo da operação do sistema, com as luzes do “semáforo” alternando entre vermelho, amarelo e verde conforme o programa seguir:

    // Projeto traffic Lights
    // Mode #1 - adaptado do McRoberts, Michael.
    // Beginning Arduino 2nd Ed. Technology in Action.

    int ledDelay = 10000; // atraso entre mudanças
    int redPin = 12;
    int yellowPin = 11;
    int greenPin = 10;

    void setup(){
    pinMode(redPin, OUTPUT);
    pinMode(yellowPin, OUTPUT);
    pinMode(greenPin, OUTPUT);
    }

    void loop(){
    digitalWrite(redPin,HIGH); // acende o vermelho
    delay(ledDelay); // espera

    digitalWrite(yellowPin, HIGH);
    delay(2000);

    digitalWrite(greenPin, HIGH); //acende o verde
    digitalWrite(redPin, LOW); //apaga o vermelho
    digitalWrite(yellowPin, LOW);
    delay(ledDelay);

    digitalWrite(yellowPin, HIGH); //acende o amarelo
    digitalWrite(greenPin, LOW);
    delay(2000);

    digitalWrite(yellowPin, LOW); // apaga o amarelo

    //Repita
    }