Category Archives: Crônica

Crônica Galeria

Lutando pelo HU

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Não há luta mais justa que a luta pela vida. Lutar por um hospital é lutar por preservar a própria vida. É defender um amigo a quem recorremos quando estamos vulneráveis. Que é bom se ter por perto. Onde todos nós somos sempre especiais: rico ou pobre, jovem ou idoso, parvo ou doutor.

Um Hospital Universitário une a esperança da vida com a desejo do saber. Impedir que o HU cumpra seu destino é roubar uma chance à vida, é esquecer o que nos torna humanos, é negar o homo e o sapiens, é crime contra à humanidade e à racionalidade.

Defender o hospital universitário é um ato de amor. É um dever de todos que amam viver: jovem, velho, doente ou são. Uma obrigação de todos que amam amar, seja pai, mãe, filho, irmão, amigo, morador e cidadão.

As fotos da Fatima de Oliveira mostram a luta por dentro. Como parte da população servida pelo HU, retrata os passos da ação popular com uma paixão necessária. Sua fotos que servem de estímulo à luta e de memória deste ato covarde de uma política hipócrita.

Conheça o que acontece com o HU-USP:

O Hospital Universitário da USP sobreviverá ao desmonte”>

Grupo protesta na USP contra condições do Hospital Universitário

Aprovada verba extra para Hospital Universitário da USP

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Crônica Cultura Geek Filmes Resenhas

Aniquilação: a minha interpretação sobre o filme

*** SPOILERS AHEAD ***

O filme aniquilação é um daqueles que deixam um final aberto e muitas dúvidas. Pra mim a maior dúvida é o próprio título: quem foi aniquilado neste filme? O filme começa com a queda do que parece um cometa caindo na Terra, e atingindo um farol da Florida. Esse é e na criação de um brilho (shimmer) em torno deste local onde coisas estranhas acontecem.

Minha primeira opinião é que esse inicio se refere à teoria que a vida na Terra possa ter começado fora da terra, uma teoria chamada de panspermia. No filme uma NOVA forma de vida chega novamente à Terra

Outra opinião é que essa nova vida não possui a falha das células que é citada logo no inicio do filme e que leva à morte, ou seja essa é uma forma de vida imortal. E ao cair na Terra começa a se misturar com as outras formas existentes gerando Mutantes. As mutações geram as formas estranhas que aparecem no filme, alterando os animais e as plantas, misturando os DNAs e criando novas mutações. Como um caldeirão de experimentos e seres absurdos.

Como toda forma de vida o seu objetivo é se reproduzir e se perpetuar. Para se perpetuar precisaram criar um primeiro casal (um novo Adão e Eva). Interessante como o interior do Shimmer parece um paraíso. Quando conseguem um casal com a afinidade de se perpetuarem o objetivo do Shimmer (um casulo) terminou e ele se auto-destrói.

No final do filme temos a revelação que o casal está formado pelo clone do soldado e com a mutação da protagonista e a revelação no final, pelo brilho no olho que a nova forma de vida está ativa nos casal e que eles estariam prontos para aniquilar a nossa existência com uma mutação completa da raça humana.

Crônica Filmes Resenhas

A primeira série você nunca esquece


PILOTO

Acabei de encontrar e rever no YouTube os 50 episódios da minha primeira série de TV: O Fantasma e a Sra . Eu vi na TV quando tinha uns 10 ou 12 anos (1970/1972)

Nesta série uma jovem viúva, Carolyn Muir, interpretada pela linda Hope Lange, se muda com seus dois filhos pequenos e uma criada para uma casa à beira do mar na região americana da Nova Inglaterra. Um casa antiga que é assombrada pelo seu antigo proprietário, um rabugento homem do mar, o Capitão Daniel Gregg, personagem de Edward Mulhare. O Capitão, a princípio, resiste à invasão mas aos poucos desenvolve um carinho pela família e um evidente amor platônico pela irresistível Sra Muir.

O charme do lugar, da situação dos personagens me fez voltar à infância e às coisas simples. A série foi apresentada de 1968 a 1970 e teve 50 episódios de 20 min cada que são facilmente encontrados no Youtube com uma ótima qualidade. Altamente recomendada e que merece os 7.7 pontos no IMDB.

Seguem alguns dos primeiros episódios


S01E03 – Treasure Hunt


S01E06 – Vanessa


S01E21 – Make Me a Match


S1E24 – The Medicine Ball


S02E04 – Double Trouble

Crônica Livros Resenhas

Resenha: Por que gritamos golpe?

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Desenha um quadro da realidade social, política e econômica brasileira atual. Um texto útil para se entender o que está acontecendo e como se posicionar. Uma visão isenta da história depende de uma distância temporal, mas não é difícil notar que ela não irá perdoar o golpe de 2016. Mas e dai? O mal já vai estar feito. Já passou algumas semanas e já perderam a vergonha de mascarar as intensões e uma série de medidas retrógradas em várias frentes já estão sendo anunciadas. Para mim, Dilma tem culpa da situação por não ter sabido negociar e administrar a corrupção e os avanços neoliberais, mas nenhuma razão para um impedimento. Por outro lado, Temer tem sido um ótimo cabo eleitoral para o PT com sua “popularidade” caindo tão rápido quanto sua incapacidade esconder suas verdadeiras intensões. Podemos esperar no curto prazo uma continuidade do ataque às diversidades e minorias, ataque aos direitos trabalhistas, mais manifestações violentas, aumento de impostos, perda de liberdade. Mais do que oportuna, uma leitura necessária.

Por que gritamos Golpe?: Para entender o impeachment e a crise política no Brasil (Coleção Tinta Vermelha)Por que gritamos Golpe?: Para entender o impeachment e a crise política no Brasil by Ivana Jinkings
My rating: 5 of 5 stars

It draws a picture of the current Brazilian social, political and economic status. An useful text to understand what is happening and how to position yourselve. I know thata a clear vision of the history depends on a temporal distance, but it is not difficult to notice that History will not forgive the 2016 coup. But so what? Whay wait, if the harm will already be done. We have already spent a few weeks and they have lost their shame to mask the real intentions and a series of retrogressive measures on several fronts have already been announced. For me, Dilma is to blame about the situation because she failed to negotiate and manage corruption and neoliberal advances, but no reason for an impeachment. On the other hand, Temer has been a great campaigner for the PT with its “popularity” falling as fast as his inability to hide the true intentions of his party. We Brazilians can expect in the short term a continuity of the attacks on the diversity and minorities, attacks on labor rights, more violent demonstrations, tax increases and constant decrease in our liberties. More than timely, this reading is required .

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Crônica Fotografia Livros Resenhas

A Importância de Filosofar sobre a Fotografia

Aquário de Lisboa

O filósofo tcheco, naturalizado brasileiro, Vilém Flusser (1920-1991) considera a invenção da fotografia tão importante quando a invenção da escrita. Se a escrita revolucionou a humanidade e marcou o início do período histórico, a fotografia, e sua nova forma de codificação e simbolização das informações, marca a pós-história, com desdobramentos igualmente revolucionários, reveladores e modificadores da humanidade. Ele já vislumbrava que a capacidade mágica de uma imagem fotográfica poderia destruir a característica unidimensional, linear, dos textos. Não apenas as fotografias mas também os vídeos e demais mídias eletrônicas são co-responsáveis por essa revolução pós-histórica.

Temos sido testemunhas vivas que, nos últimos anos, as imagens tem deixado de ser meras ilustrações de textos, para se tornarem os protagonistas dos meios de comunicação. Elas submeteram os textos a um papel complementar e secundário. Fenômeno este potencializado por dois aspectos importantes, intimamente associados à fotografia: a facilidade de uso e disponibilidade do aparelho fotográfico e a capacidade de distribuição e acesso à informação fotográfica.

Os aparelhos fotográficos estão nas mãos de todos, e todos os olhares se voltam para a sua tela. Os aparelhos evoluem e são programados para facilitar as fotos, dando uma impressão, perigosamente falsa, de que um grande poder é dado ao fotógrafo. Este, por sua vez, troca as suas decisões pessoais pelas decisões pré-programadas dos aparelhos. Quem passa então a controlar a fotografia é o aparelho e não mais o fotógrafo. Submisso ao controle do aparelho , ele se torna um mero apertador de botão (ou seu equivalente) deixando ao aparelho a decisão de produzir e até de distribuir, também automaticamente, a fotografia. O fotógrafo, ou será seu aparelho, é mais reconhecido pela sua produtividade e pela amplitude da distribuição, do que pela sua qualidade e arte.

Nesta realidade distorcida das fotografias automatizadas, nos vemos frente a um novo mito da caverna, onde desconhecemos e desprezamos outra verdade que não seja aquela revelada pelo aparelho fotográfico. A realidade só existe se for fotografada. Somos funcionários dos meios de distribuição e da sua visão política. Abandonamos nosso próprio ponto de vista para aceitar o ponto de vista do aparelho e do meio de distribuição. O fotógrafo, programado pelo aparelho e pelo meio, é funcionário e escravo de ambos. O sucesso da fotografia é ao mesmo tempo o seu fim.

Conquistar esta consciência é o primeiro passo para nossa liberdade. Este é a finalidade deste artigo. Incentivar a fuga e subversão dos meios convencionados é o único modo de retomarmos o controle da fotografia. Neste momento, devemos discutir, discordar e filosofar. Estes são os caminhos da liberdade. Flusser reconhece que nunca uma filosofia para a fotografia foi tão necessária, como meio para reassumirmos a responsabilidade e o controle da produção fotográfica.

Que as fotografias passem a descrever a real intensão do fotógrafo, que nelas ele imponha seu próprio ponto de vista politico e social, e que ele encontre meios que permitam essa expressão, como esta revista. Meios onde a única política seja a da liberdade, e o único requisito exigido para divulgação seja o da qualidade artística. Onde a pré-programação do aparelho seja exposta e transfigurada pelo artista.

Subverter regras, jogar contra o aparelho e contra as políticas estabelecidas. Assumir o controle e ousar. Estes fotógrafos serão os modelos dos homens livres do futuro.

Vilém Flusser: Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. Vol. 1. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1985.

Towards a Philosophy of PhotographyTowards a Philosophy of Photography by Vilém Flusser
My rating: 5 of 5 stars

The Czech philosopher, naturalized Brazilian, Vilém Flusser (1920-1991) considers the invention of photography as important as the invention of writing. While writing revolutionized humanity and marked the beginning of the historical period, photography, and its new coding and symbolization of the information, make the post-history, with equally revolutionary developments, developers and modifiers of humanity. He has glimpsed the magical ability of a photographic image could destroy the one-dimensional feature, linear, of the texts. Not only photos but also videos and other electronic media are co-responsible for this post-historical revolution. We have been living witnesses that, in recent years, images have ceased to be mere text illustrations, to become the protagonists of the media. They submitted the texts to a supplementary or secondary role. This phenomenon enhanced by two important aspects, closely linked to the photo: ease of use and availability of the photographic apparatus and distribution capacity and access to the photographic information. These ideas are explored in great detail in the book that I find extremely interesting to read and think about. Highly recomended.

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Crônica Cultura Geek

Caneta Parker 51 um item de coleção

A Parker “51” é considerada por muitos colecionadores a melhor caneta que jamais foi feita. Desenvolvida em 1939, e apresentada ao mercado em 1941, foi posteriormente imitada por muitos e se tornou uma marca icônica entre as canetas tinteiro do mundo inteiro. Seu lançamento comemora os 51 anos da empresa. O design se encontrava 10 anos à frente do seu tempo. O uso de uma pena de ouro encapsulada no corpo evitava vazamentos, e o seu corpo era criado com um plastico inovador chamado de Lucite, durável e estável. Ela teve algumas poucas mudanças no sistema de enchimento, mas seu design se manteve quase inalterado até o final da produção.

A Parker “51” como um item de coleção

Há não muito tempo atrás a Parker “51” não era considerada um item de coleção, nem era considerada uma caneta “vintage”. Isto se deve ao fato de que milhões de canetas foram fabricadas, e ainda hoje elas são facilmente encontradas a preços acessíveis. Partes de “51” são fáceis de achar, o que facilita o reparo e aumenta a disponibilidade. Isso começou a mudar a poucos anos, com uma redescoberta da Parker “51” por pessoas nostálgicas da sua juventude, ou de lembranças de seus pais e avós escrevendo com elas. Existe uma enorme variedade de Parker “51” para serem colecionadas e, rapidamente, é possível montar uma coleção representativa. Muitas canetas estão em ótimo estado de conservação, algumas até nunca foram usadas e estão operacionais até hoje. Eu mesmo usei uma Parker “51” como minha caneta do dia a dia por vários anos.

Muitos colecionadores preferem canetas impecáveis, em um estado perfeito de conservação. Pessoalmente não me importo de um pequeno arranhão ou marca de uso. Para mim são como as rugas e cicatrizes no rosto de alguém, elas podem até impor respeito e fazer parte da sua história, e não necessariamente um demérito. Coleciona-se também as caixas originais, o selo do preço, o display da loja e até o recibo da venda.

Algumas Parker “51” mais antigas possuem “joias” no final do corpo, e no clip. As chamadas de “Joias Duplas” (double jewes) que são mais raras das que tem um final do corpo arredondado e um clip mais simples. As “joias” são, na verdade, pontos de plastico transparente no formato de losangos ou pirâmides.

O método de enchimento também é um sinal da evolução desta caneta tinteiro. A Parker “51” não possui os métodos mais antigos como o da alavanca. As primeiras usavam um sistema chamado Aerométrico com uma pequena bombinha no final do corpo. Este sistema foi substituído, posteriormente, por um método chamado Vacumatic, que usa uma reservatório de borracha. As canetas aerométricas são mais raras e muitos podem estar operando de modo confiável até hoje.


Esquema da estrutura interna da Parker ’51’ Acrométrica.

Um ponto muito importante para quem gosta de caneta tinteiro, sem se importar com a coleção, é o fato de que a Parker “51” é uma das canetas mais gostosas de escrever que existem. Mesmo canetas modernas não conseguem reproduzir o traço suave e o fluxo constante de tinta que a Parker “51” possui. É uma caneta pequena, quando comparadas com outras canetas tinteiro mais robustas como a Mont Blanc, por exemplo, e por isso extremamente portátil e prática.

Código de Datas da Parker

Desde cerca de 1934 até 1950, as canetas Parker (e algumas lapiseiras também) foram marcadas no corpo para indicar a data da sua produção. Inicialmente, o código consistia de dois dígitos: o primeiro indicava o trimestre e o segundo o ano. No final dos anos 30, o código mudou para a forma de um único dígito representando o ano e até 3 pontos para representar o trimestre. Com 3 pontos indicando o primeiro trimestre, e a cada trimestre um ponto era retirado, assim, no último trimestre, não restava nenhum ponto.

Em 1950 a data voltou a ter dois dígitos com “50” representando 1950, “51” para 1951 e assim por diante. O sistema que começou em 34 parou de ser usado depois de 55. As canetas Vacumatics que foram produzidas em 1950, levavam um código de um dígito com uma fonte maior do as produzidas nos Estados Unidos. Um código similar de datas pode ser encontrado nas canetas Parker feitas no Canadá na mesma época.

Várias anormalidades podem ser encontradas nos sistemas de codificação de datas. A Parker voltou a ter códigos de data na sua produção nos anos 70. Estes códigos usavam um das 10 letras da palavra “QUALITYPEN” para representar um digito do anos de 0 a 9., seguida das letras E, C, L ou I para indicar o trimestre. Assim QC indicava uma caneta fabricada no segundo trimestre de 1980. Um outro método, usado a partir de 1987 para designar o trimestre foi o de usar três barras verticais para o primeiro trimestre, dois para o segundo, um para o terceiro e nenhuma para o quarto.

Nota-se que várias Parker “51” de 1946-47 levam um prefixo “T”. Há vários exemplos que vão do segundo trimestre de 1946 ao 2o trimestre de 1947. O mais famoso e comum é o T6. Uma explicação para o T seria o de indicar que a caneta foi produzida na fábrica da Parker de Toronto. Isso deve ser um erro com certeza porque as canetas tem uma marca que indica que elas foram “MADE IN U.S.A.”. O “T” pode ser encontrado em canetas “51” dos Estados Unidos. Havia, naquela época, uma grande demanda por canetas devido ao pós-guerra. Ou seja, até hoje não se sabe o que o “T” significava.

A Parker 51 moderna

Quem quiser comprar hoje uma caneta que reproduz quase todas as características da Parker “51” pode adquirir uma HERO 616, de fabricação chinesa com as mesmas características e dimensões das Parker “51” do final da produção, por um preço muito acessível. Quem preferir pode investir um pouco mais e comprar uma Parker 51 original em lojas especializadas ou de outros colecionadores, e se tornar mais um apaixonado por essa fantástica caneta.

Links para comprar canetas

  • NYCPens
  • StarFountainPen
  • Ravil – Tintas e Canetas
  • Links

  • Parker51
  • Vintage Pens
  • Parker Pens
  • Pentrace
  • Crônica Resenhas

    Rebecca Ferguson show completo

    Uma cantora de Liverpool com um timbre de voz diferente e uma repertório com muito suingue. Ela foi descoberta no X factor, em 2010, quando pegou o 2o lugar. É curioso ver o sotaque dela típico de Liverpool (scouse) quando ela fala e que some quando ela canta. Este é um show completo de 2012. Vale notar que a maioria das músicas é da sua própria autoria. Compare a evolução da sua audição no X Factor para o show.
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    Crônica

    Happy 4th of July

    Essa é a bandeira no Fort M’Henry, em Baltimore, que em 1814 inspirou Francis Scott Key a compor the Star Spragled Banner (A bandeira estrelada). Ele era um poeta amador que presenciou o bombardeio do forte pelas tropas britânicas na guerra de 1812. No futuro essa se tornou a letra do hino nacional norte-americano.
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    Algumas marchas militares compostas por John Phillip Souza, e executadas pela Banda dos Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.
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    1. The Stars and Stripes Forever

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    2. The Washington Post

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    3. Semper Fidelis

    Crônica Viagens

    Passeando de Scooter pelo MGM Grand


    Estive em um congresso no Hotel MGM Grand em Las Vegas. Um complexo de mais de 6000 quartos (e quartos no padrão americano, maior que o padrão FIFA). Para andar por lá aluguei uma Scooter para viabilizar minha locomoção.

    Aproveitei as longas viagens entre os pontos do congresso para gravar dois vídeos com a minha GoPro-bre (um celular pendurado no crachá do evento). Ninguém percebeu que eu estava gravando, e algumas vezes a viagem era interrompida com uma conversa com o pessoal, som ambiente etc…


    HxGN LIVE 2014 From Seminars to Exhibitions
    Neste eu estava saída da área de seminários para a área de exibição passando pelo lado de fora do prédio:


    HxGN 2014 Going to the AREA
    Neste eu estava saído da exposição para a ARENA onde tinha as palestras principais passando pelos restaurantes e lojas do Hotel (parece um shopping).

    Para se ter uma ideia do tamanho do Hotel/Casino, esta é a planta do local:

    Crônica

    John Oliver (HBO): FIFA and the World Cup

    Ele é um comediante mas está falando coisas muito sérias.